segunda-feira, 4 de junho de 2012
Aconteceu na última sexta feira (01), no centro de convivências e idéias da Clinica da Família Padre José de Azevedo Tiúba, o grupo educativo hipertensos e diabéticos da equipe Rúbia.
Foram realizadas várias palestras com temáticas relacionadas à alimentação saudável, adesão ao uso de medicação e tratamento, importância do exercício físico, os riscos que leva o não acompanhamento e tratamento aos órgãos alvo.
Contamos com a presença e colaboração dos acadêmicos de medicina da UNIGRANRIO e educadora física Ágata Reis, realizando dinâmicas e descontrações.
É fundamental para que uma pessoa possa desempenhar perfeitamente suas funções durante o dia que tenha tido uma satisfatória noite de sono. Distúrbios durante o período que deveria ser dedicado ao descanso podem atrapalhar a rotina do dia seguinte. Um deles é o sonambulismo.
“A característica principal é a perambulação, que é a pessoa levantar da cama e andar; às vezes com os olhos abertos e com dificuldades em ser acordada. O andar pode ser desengonçado e o indivíduo parecer confuso, com atitudes que geralmente realiza, mas impróprias para o horário noturno. Também é comum a amnésia em relação ao que ocorreu”, explica a otorrinolaringologista e especialista em Medicina do Sono, Luciane Mello, responsável pelo setor de Polisonografia e pelo Ambulatório de Ronco e Apneia do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde.
Luciene informa que o distúrbio é mais comum durante a infância e pode acontecer no início ou durante o sono e próximo ao despertar. Alguns fatores, são responsáveis por desencadear os casos. “Existe uma questão genética importante. Por exemplo, se o pai e a mãe tiverem, há 60% de chances do filho também ter. Outros fatores que podem ser responsáveis são o estresse, a ansiedade, uma febre alta, a privação do sono e o uso de remédios e do álcool”, enumera.
Outro fator desencadeador pode estar relacionado à respiração. “É necessária uma investigação pois é possível que o distúrbio esteja associado a distúrbios respiratórios durante o sono, como a apneia. Nesses casos, tratamos a apneia e o sonambulismo melhora”, afirma Luciane Mello.
Cuidado com o ambiente - Alguns cuidados básicos precisam ser tomados antes da noite de sono para os casos de sonambulismo não representem riscos. “É preciso cuidar do ambiente para que ele não seja perigoso, mantendo portas e janelas fechadas. Também evitar objetos pontiagudos no quarto. E o uso do álcool, principalmente à noite, que aumenta os riscos. Em alguns casos, é recomendado o uso de remédios para auxiliar no tratamento”, diz.
Sonambulismo X epilepsia - Algumas pessoas também associam, equivocadamente, o sonambulismo a casos mais graves, como crises de epilepsia. Ficou famoso, por exemplo, o caso envolvendo o jogador Ronaldo, pouco antes da decisão da Copa do Mundo de 1998, na França. As informações desencontradas produziram muitas versões, partindo de que ele havia tido um distúrbio de sono banal, causado pelo estresse excessivo; indo até um ataque epilético.
“Vários estudos já foram realizados para saber se há uma associação entre sonambulismo e doenças do sistema nervoso central. Nenhum mostrou uma associação clara que explique uma predisposição. De toda forma, na hora da avaliação do caso investigamos o princípio do problema, as características principais, a frequência em que ocorre e também pedimos um exame neurológico para sabermos se há outra doença associada”, finaliza.
Fonte: Marcos Moura/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde
sábado, 2 de junho de 2012
Aconteceu na ultima sexta feira (25), no centro de convivências da clinica da família Pe. José de Azevedo Tiúba, uma palestra educativa do grupo de gestantes, com a coordenação do Dr Renato e Enf Richiéry, que contou com a participação da Fisioterapeuta Érika em parceria com Educadora Física Ágata Reis, que as mesmas realizaram dinâmicass orientando com xerox de exercícios para nossas Gestantes começarem a fazer no seu dia a dia para prática de atividade física e aliviar as tensões musculares e articulares antes, durante e pós a gestação.
Álcool e drogas são as principais substâncias que levam à dependência química. A pessoa que sofre com a doença tem cada vez mais a necessidade de beber ou se drogar para se satisfazer, destruindo a própria vida e causando sofrimento às pessoas próximas. Os familiares devem se atentar para os sinais que indicam quando a pessoa é dependente química.
“Só quem está próximo e conhece a pessoa é que consegue reconhecer que ela está diferente, deixando de fazer as coisas que normalmente fazia em função daquilo que está relacionado ao vício. O sistema de saúde precisa orientar o familiar a chegar à pessoa que sofre com isso”, explica o subcoordenador da Saúde Mental do Ministério da Saúde, Leon Garcia.
O jornalista Marcio Varella, de 63 anos, luta há 20 contra a dependência química. “Se a pessoa sentir que está se prejudicando, é importante que procure atendimento especializado para a recuperação de dependentes. Outra coisa fundamental é conversar com a família, respeitá-la e amá-la para que ele seja amado”, revela.
Marcio também fala de situações que podem tornar uma pessoa dependente química. “Tem o pai que se acha moderninho e fala ‘meu filho fez 15 anos está na hora dele experimentar a primeira cervejinha’. Isso é de uma irresponsabilidade total e o que mais acontece hoje em dia”, desabafa.
O subcoordenador Leon Garcia informou ainda que o Ministério da Saúde oferece, em todos os estados do País, o Centro de Atenção Psicossocial e unidades de acolhimento para os dependentes químicos de álcool e drogas. Além disso, elas também podem ser tratadas nos hospitais do Sistema Único de Saúde.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A Campanha de Vacinação Contra a Gripe termina hoje (1º) em todo o país. Até a manhã desta sexta-feira, 21,8 milhões de pessoas já foram vacinadas contra a doença, o que representa 72,41% do público alvo. Sete estados já atingiram a meta com 80% de cobertura vacinal. Em todo o país, 34 mil postos de saúde estão à disposição do público prioritário até o final da tarde de hoje.
A meta é proteger 24,1 milhões de pessoas, ou seja, 80% deste grupo, que é formado por idosos a partir de 60 anos de idade, gestantes, população indígena, crianças entre seis meses e dois anos de idade e trabalhadores de saúde. As pessoas que formam este grupo são consideradas mais vulneráveis a desenvolver a forma mais grave da doença .
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta para a importância da vacina como medida de proteção contra os três vírus que mais circulam no Brasil. “É a melhor maneira de evitar a doença. Hoje é o último dia da campanha nacional, portanto, é fundamental que as pessoas se protejam durante este período de maior circulação do vírus”, aconselhou Padilha.
Os estados de Santa Catarina; Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Goiás e Distrito Federal já atingiram a meta. Em Santa Catarina foram vacinadas 804.895 pessoas, o que representa 87,89%; o Acre já imunizou 90.633 pessoas, o que corresponde a 82,51% e Alagoas 109.848, ou seja, 81,69% da população alvo. No estado do Amapá foram aplicadas 69.395 doses, o que representa 84,21%; no Paraná a cobertura vacinal foi de 80,56%, totalizando 1.336.410 do público-alvo; Goiás com 692.471 de pessoas vacinadas, o que corresponde a 82,85% e, ainda, o Distrito Federal com 84,21%, o que representa 271.612 de doses aplicadas.
Entre a população acima dos 60 anos, foram 14.611.364 doses aplicadas, representando 70,96% do público alvo. A população indígena teve 63,41% de imunização, com 371.909 vacinados. Já entre as gestantes o índice é de 64,29%, o que representa 1.389.146 de mulheres imunizadas.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforça a importância da vacina e descarta a possibilidade de haver efeitos nocivos. “A vacina é segura e a maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, ressaltou. O secretário explicou ainda que é impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam afirmar. “O vírus usado nesta vacina é inativado”, observou.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforça a importância da vacina e descarta a possibilidade de haver efeitos nocivos. “A vacina é segura e a maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, ressaltou. O secretário explicou ainda que é impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam afirmar. “O vírus usado nesta vacina é inativado”, observou.
Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e, de 39% a 75%, a mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, a vacina reduz o risco de pneumonia em cerca de 60%, e o de hospitalização e morte em aproximadamente de 50% a 68%, respectivamente. Os grupos prioritários foram escolhidos de acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que se baseou em estudos epidemiólógicos e elegeram os mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

